O que já sabemos sobre a relação entre IA e bem-estar
Entenda o impacto do uso constante da inteligência artificial sobre hábitos, autonomia e nosso equilíbrio emocional.
Assistentes de inteligência artificial já fazem parte da rotina de milhões de pessoas. Um gerente de projetos usa o ChatGPT para rascunhar e-mails difíceis. Uma empreendedora pede ao assistente que decida qual reunião cancelar. Um executivo desabafa com o Claude sobre uma demissão que precisa comunicar. Organizam agendas, revisam textos, explicam resultados de exames antes mesmo da consulta médica. E, em muitos casos, viram até companheiros emocionais.
A convivência com essas tecnologias se tornou tão natural que quase não percebemos o quanto elas já participam da nossa vida mental.
E é justamente aí que surge a pergunta incômoda: o que acontece quando uma tecnologia deixa de ser apenas uma ferramenta e passa a influenciar o nosso bem-estar?
Como já discuti em artigos anteriores, a tecnologia não é neutra. Ela molda comportamentos, preferências e expectativas. Se essa é a nova realidade, nosso papel é entender o que usamos, como usamos e o que isso faz conosco.
A discussão é urgente. As plataformas digitais do passado prometeram facilitar a vida, mas entregaram efeitos colaterais conhecidos: vício, ansiedade, distração permanente, polarização. Agora, com assistentes de IA, o risco é maior. Eles são contínuos, personalizados e aprendem com o usuário ao longo do tempo. Não apenas respondem a comandos; eles moldam hábitos, reforçam padrões e influenciam decisões.
Pela primeira vez, convivemos com sistemas que participam ativamente da nossa vida emocional. E, se não forem bem projetados, podem afetar diretamente nossa saúde mental.
A tecnologia não é neutra
Como já discuti em artigos anteriores, a tecnologia não é neutra. Ela molda comportamentos, preferências e expectativas. Se essa é a nova realidade, nosso papel é entender o que usamos, como usamos e o que isso faz conosco.
A discussão é urgente. As plataformas digitais do passado prometeram facilitar a vida, mas entregaram efeitos colaterais conhecidos: vício, ansiedade, distração permanente, polarização. Agora, com assistentes de IA, o risco é maior. Eles são contínuos, personalizados e aprendem com o usuário ao longo do tempo. Não apenas respondem a comandos; eles moldam hábitos, reforçam padrões e influenciam decisões.
Eles são contínuos, personalizados e aprendem com o usuário. Não apenas respondem a comandos; eles moldam hábitos, reforçam padrões e influenciam decisões.
Juliana Lopes, Scientist & Innovation Designer
Como já discuti em artigos anteriores, a tecnologia não é neutra. Ela molda comportamentos, preferências e expectativas. Se essa é a nova realidade, nosso papel é entender o que usamos, como usamos e o que isso faz conosco.
A discussão é urgente. As plataformas digitais do passado prometeram facilitar a vida, mas entregaram efeitos colaterais conhecidos: vício, ansiedade, distração permanente, polarização. Agora, com assistentes de IA, o risco é maior. Eles são contínuos, personalizados e aprendem com o usuário ao longo do tempo. Não apenas respondem a comandos; eles moldam hábitos, reforçam padrões e influenciam decisões.
Pensamento crítico, criatividade, inteligência emocional, flexibilidade, capacidade de resolver novos problemas e de se adaptar. Essas são as habilidades mais importantes para o futuro do trabalho. De tão importantes, elas já receberam um rótulo especial: “habilidades cerebrais”, porque envolvem fortemente funções cognitivas, emocionais e adaptativas de ordem superior. Elas permitem que você mantenha a calma em situações estressantes, encontre uma saída inovadora para um velho problema e construa relacionamentos significativos, no escritório e fora dele. Fazem de você um profissional mais competente e uma pessoa mais desenrolada.
Até 2030, 60% dos profissionais vão precisar se requalificar buscando alguma dessas habilidades. Para as empresas, ir atrás de gente com essas skills deve ser a prioridade na contratação – já que delas depende a produtividade dessas organizações. Nossa repórter Luisa Costa te explica de onde nasceu esse conceito e te conta como se preparar e adquirir hoje as habilidades do futuro.
Capital cerebral: o recurso mais importante para o futuro do trabalho
Pensamento crítico, criatividade, inteligência emocional, flexibilidade, capacidade de resolver novos problemas e de se adaptar. Essas são as habilidades mais importantes para o futuro do trabalho. De tão importantes, elas já receberam um rótulo especial: “habilidades cerebrais”, porque envolvem fortemente funções cognitivas, emocionais e adaptativas de ordem superior. Elas permitem que você mantenha a calma em situações estressantes, encontre uma saída inovadora para um velho problema e construa relacionamentos significativos, no escritório e fora dele. Fazem de você um profissional mais competente e uma pessoa mais desenrolada.
Até 2030, 60% dos profissionais vão precisar se requalificar buscando alguma dessas habilidades. Para as empresas, ir atrás de gente com essas skills deve ser a prioridade na contratação – já que delas depende a produtividade dessas organizações. Nossa repórter Luisa Costa te explica de onde nasceu esse conceito e te conta como se preparar e adquirir hoje as habilidades do futuro.
Até 2030, 60% dos profissionais vão precisar se requalificar buscando alguma dessas habilidades. Para as empresas, ir atrás de gente com essas skills deve ser a prioridade na contratação
Como já discuti em artigos anteriores, a tecnologia não é neutra. Ela molda comportamentos, preferências e expectativas. Se essa é a nova realidade, nosso papel é entender o que usamos, como usamos e o que isso faz conosco.
A discussão é urgente. As plataformas digitais do passado prometeram facilitar a vida, mas entregaram efeitos colaterais conhecidos: vício, ansiedade, distração permanente, polarização. Agora, com assistentes de IA, o risco é maior. Eles são contínuos, personalizados e aprendem com o usuário ao longo do tempo. Não apenas respondem a comandos; eles moldam hábitos, reforçam padrões e influenciam decisões.
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— CAPRICHO (@CAPRICHO) June 9, 2026
A discussão é urgente. As plataformas digitais do passado prometeram facilitar a vida, mas entregaram efeitos colaterais conhecidos: vício, ansiedade, distração permanente, polarização. Agora, com assistentes de IA, o risco é maior. Eles são contínuos, personalizados e aprendem com o usuário ao longo do tempo. Não apenas respondem a comandos; eles moldam hábitos, reforçam padrões e influenciam decisões.
A discussão é urgente. As plataformas digitais do passado prometeram facilitar a vida, mas entregaram efeitos colaterais conhecidos: vício, ansiedade, distração permanente, polarização. Agora, com assistentes de IA, o risco é maior. Eles são contínuos, personalizados e aprendem com o usuário ao longo do tempo. Não apenas respondem a comandos; eles moldam hábitos, reforçam padrões e influenciam decisões.
Pensamento crítico, criatividade, inteligência emocional, flexibilidade, capacidade de resolver novos problemas e de se adaptar. Essas são as habilidades mais importantes para o futuro do trabalho. De tão importantes, elas já receberam um rótulo especial: “habilidades cerebrais”, porque envolvem fortemente funções cognitivas, emocionais e adaptativas de ordem superior. Elas permitem que você mantenha a calma em situações estressantes, encontre uma saída inovadora para um velho problema e construa relacionamentos significativos, no escritório e fora dele. Fazem de você um profissional mais competente e uma pessoa mais desenrolada.
Titulo produto
Adaptado ao romance
Duração: 45 minutos
Classificação: 17 anos
Ingressos: De R$50 a R$100
Vila Mazzei, São Paulo
De 13/03/2025 a 20/03/2026
De Segunda a Sexta
Teatro municipal
Até 2030, 60% dos profissionais vão precisar se requalificar buscando alguma dessas habilidades. Para as empresas, ir atrás de gente com essas skills deve ser a prioridade na contratação – já que delas depende a produtividade dessas organizações. Nossa repórter Luisa Costa te explica de onde nasceu esse conceito e te conta como se preparar e adquirir hoje as habilidades do futuro.